Chamou de Fascista? Processo!

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As redes sociais se transformara numa imensa arena política cheia de discussões, bate papo e, infelizmente, ofensas. A mais usada por esquerdistas é chamar os apoiadores de Jair Bolsonaro de “fascista“.

Isso ocorreu com o escritos e antropólogo Flávio Gordon, apoiador de Bolsonaro.

O caso aconteceu ao final da campanha eleitoral de 2018. Com a vitória de Jair Messias Bolsonaro à presidência, uma pessoa do seu círculo de amigos, começou a insultá-lo “simplesmente por não concordar com seu posicionamento político”, tecendo-lhe insultos e “promovendo uma verdadeira campanha” com o objetivo de “denegrir sua imagem“.

O réu B.C.F. passou a utilizar de adjetivos injuriosos e difamatórios como “fascista, assassino e covarde”, além de fazer comentários irônicos, deboches e compartilhamentos nas redes, chegando assim ao limite da paciência do autor. Flávio Gordon não viu outra saída que não recorrer a esfera judicial.

Diante da situação, Gordon ajuizou uma ação na esfera cível, pedindo a retirada de todo o conteúdo ofensivo das redes sociais, a interrupção das ofensas, a retratação e indenização.

Como o réu não compareceu a audiência, o processo correu a revelia culminando na condenação de B.C.F. com a seguinte sentença:

in verbis“excluir as postagens em que haja menção ao nome do autor ou de qualquer familiar seu, bem como se abster de realizar novas postagens infundadas, com menção ao autor ou qualquer familiar, sob pena de multa de R$100,00 (cem reais) por cada descumprimento”

e ainda:

“condenar o réu a indenização pelos danos morais causados”

Como o réu não recorreu, a condenação transitou em julgado. O processo agora segue para sua fase executiva, onde a defesa do escritor pretende receber os valores indenizatórios.

Esse é apenas um exemplo de que as redes sociais não são terra de ninguém, é preciso respeitar o próximo, mesmo que seja difícil e eu sei bem que é.

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