Procuradoria explica como hackers agiram

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No documento protocolado para pedir a prisão dos quatro suspeitos de heackearem o celular de autoridades como o ministro da Justiça Sergio Moro, a procuradoria relatou a técnica supostamente utilizada pelos acusados para invadirem os aparelhos. Conhecida como “spoofing”, a tática batiza a operação da PF que prendeu os suspeitos Walter Delgatti Neto, Danilo Cristiano Marques, Gustavo Henrique Elias Santos e Suelen Priscila de Oliveira na terça-feira, 23. Segundo o Broadcast Politico, os supostos hackers exploraram uma vulnerabilidade comum a todas as operadoras de celular.

Ao realizar uma chamada para o mesmo número do qual se está ligando, é possível ter acesso às mensagens gravadas na caixa postal do número sem necessidade de inserção de senha. “Conhecendo essa falha, os criminosos utilizaram a tecnologia VOIP da empresa MEGAVOIP (Nome fantasia BRVOZ) que permite a edição do número de origem quando o sistema de identificação de camadas está ativo”, escreveu o procurador da República Wellington Divino Marques de Oliveira no despacho. O documento na íntegra pode ser lido

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